4

Quando como o pão que me das a boca
Sinto, pelo fermento, bem macio
Desce no estomago e ali se aloca
Meu corpo nova energia sentiu,

Mas, se não for para graças render,
Mesmo sendo presente a companhia,
De súbito eu venha os dentes perder
E seja cortada a língua que é minha

Minha garganta, sem água, resseque
Dilacera toda a minha altivez
Por que maldade meu corpo concebe

Mas se me resta esperança e amor
Revive minha alma mais uma vez
Para que eu te cante um novo louvor


Sunday, Jul 4, 2021, 9:54 PM



Por:Alvaro Separovich Cassiano dos Santos
Publicado em:2021-07-07