Quando como o pão que me das a boca
Sinto, pelo fermento, bem macio
Desce no estomago e ali se aloca
Meu corpo nova energia sentiu,
Mas, se não for para graças render,
Mesmo sendo presente a companhia,
De súbito eu venha os dentes perder
E seja cortada a língua que é minha
Minha garganta, sem água, resseque
Dilacera toda a minha altivez
Por que maldade meu corpo concebe
Mas se me resta esperança e amor
Revive minha alma mais uma vez
Para que eu te cante um novo louvor
Sunday, Jul 4, 2021, 9:54 PM